
A Sociedad Peatonal recebeu recentemente da Ciclus Consultoria - empresa Jr. de Engenharia da UFPr - o resultado de estudo encomendado para avaliação de viabilidade de implementação de MDL - mecanismo de desenvolvimento limpo (=créditos de carbono).
Os resultados foram apresentados pelos autores, os graduandos Richard Fhillipy Bosqui (eng. bioprocessos e biotecnolotia), Naiara Méqui Poiate (eng. ambiental) e Caio Victor Quartucci Sales (eng. ambiental).
Conforme apresentação dos consultores, fica claro já no título do relatório que o termo viabilidade não é dos mais felizes dentro da terminologia dos MDL´s. Na verdade, quanto mais inviável em nossa atual economia, mais fácil de se obter a certificação de reduções (créditos de carbono). Assim, o termo mais adequado seria elegibilidade ao invés de viabilidade. A lógica da idéia é pensar que se o projeto por si só é viável econômicamente, não há necessidade de subsídio por créditos de carbono.
Ainda conforme os consultores, na eventual implementação de um sistema a tarifa zero ou subsidiado, a emissão de créditos de carbono poderia render entre 1% a 5% do custo do sistema. Pode parecer pouco, mas sobre cifras de 60 milhões de reais ao mês (custo do transporte coletivo em Curitiba)representam de 7 a 36 milhões de reais ao ano. Certamente dá prá realimentar estes rendimentos em mobilidade urbana, ampliando a linha cicloviária de Curitiba!
Enfim, conforme o relatório, os maiores desafios estão na mensuração e controle dos ganhos em termos de emissões, mas nada que não se resolva numa etapa posterior de projeto para efetiva implementação da idéia.
Os resultados foram apresentados pelos autores, os graduandos Richard Fhillipy Bosqui (eng. bioprocessos e biotecnolotia), Naiara Méqui Poiate (eng. ambiental) e Caio Victor Quartucci Sales (eng. ambiental).
Conforme apresentação dos consultores, fica claro já no título do relatório que o termo viabilidade não é dos mais felizes dentro da terminologia dos MDL´s. Na verdade, quanto mais inviável em nossa atual economia, mais fácil de se obter a certificação de reduções (créditos de carbono). Assim, o termo mais adequado seria elegibilidade ao invés de viabilidade. A lógica da idéia é pensar que se o projeto por si só é viável econômicamente, não há necessidade de subsídio por créditos de carbono.
Ainda conforme os consultores, na eventual implementação de um sistema a tarifa zero ou subsidiado, a emissão de créditos de carbono poderia render entre 1% a 5% do custo do sistema. Pode parecer pouco, mas sobre cifras de 60 milhões de reais ao mês (custo do transporte coletivo em Curitiba)representam de 7 a 36 milhões de reais ao ano. Certamente dá prá realimentar estes rendimentos em mobilidade urbana, ampliando a linha cicloviária de Curitiba!
Enfim, conforme o relatório, os maiores desafios estão na mensuração e controle dos ganhos em termos de emissões, mas nada que não se resolva numa etapa posterior de projeto para efetiva implementação da idéia.
1 comentários:
Positivo, parece pouco mas na verdade é bastante e se somarmos esse "diferencial" a outros instrumentos fiscais que podem ser adotados, além é claro do uso de medidas de subsídios ao transporte coletivo de passageiros, talvez possamos aproximar-nos de tarifas socialmente aceitáveis e ecológicamente corretas, como bem mesmo a tarifa "zero"...
rg
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